29 ABRIL — 09 MAIO 2027

29 ABRIL — 09 MAIO 2027

Ala, Ala

João Rebocho

Portugal
2026, 13'

Uma comunidade de pescadores na Costa da Caparica adapta uma das artes piscatórias mais antigas de Portugal, a Arte-Xávega, ao mundo moderno, numa coreografia entre a máquina, as ondas e a força dos homens.

Na praia, entre a cadência das ondas e o chiar dos motores, desenha-se uma coreografia antiga: a Arte-Xávega. Os barcos que partem lançam as redes num arco invisível para depois regressarem trazendo consigo não só peixe, mas o início de um ritual coletivo.
Em terra, homens e máquinas colaboram para afinar os movimentos. Tudo depende de um equilíbrio frágil: o tempo do mar, o peso da rede, a precisão de cada gesto. Cada companha move-se como um só corpo, numa dança em que ninguém pode falhar. Entre o passado e o presente, a Arte-Xávega continua a acontecer, não como memória, mas como prática viva, entre tradição e adaptação na Costa da Caparica, que conhecemos mais como praia e diversão, e muito menos como local de trabalho.
Afinal, como nos lembra logo no início deste filme o vídeo de arquivo de 1967, desvalorizando muito  deste esforço colectivo, “Os velhos pescadores nas suas fainas dão uma nota pitoresca ao conjunto da buliçosa praia.” (Margarida Moz)

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SESSÕES

FICHA TÉCNICA

TIPO DE ESTREIA
Mundial
TÍTULO ORIGINAL
Ala, Ala
DIÁLOGO
Português
ARGUMENTO
Mariana Martins, Beatriz de Oliveira
FOTOGRAFIA
Diogo Lopes
SOM
Mariana Santos
MONTAGEM
João André Silva
PRODUTOR
Sofia Rebelo
VENDAS
João Rebocho ([email protected])

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