Self-tapes e home videos: desde sempre cineastas utilizaram as suas handy cams para expressar a sua visão do mundo. De modo mais ou menos experimental – por vezes numa viagem que documenta a vida doméstica e mundana, outras vezes pelo mundo da auto-ficção “caseira” – as handy cameras promovem quase sempre uma abordagem mais crua, menos harmoniosa e mais rarefeita. Talvez por isso conservem uma ingenuidade e vulnerabilidade que nos atraem.
A lista de sugestões deste mês compila várias obras que manifestam a utilização de uma “leve” câmara para usos domésticos e amadores (no sentido de mais puro, arrojado, exploratório e empírico), quer documentem o presente, quer ficcionem outras realidades.
Esperamos que vos inspire a documentar o vosso verão também.







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