Rui Carlos, de Margarida Paia é um filme que convoca as memórias, e evoca possíveis relações intergeracionais com os vizinhos – aquelas situações inusitadas que surgem em bairros onde a proximidade existe. No caso de Lisboa, uma cidade onde muitas vezes jovens e idosos vivem afastados nas suas rotinas do dia a dia, o projeto artístico Correspondências, desenvolvido pela associação Tanque, surge para aproximar estas gerações. Neste contexto, propõe-se uma manhã de cinema e ternura, promovendo uma discussão entre crianças e os seus avós (ou amigos mais velhos!) sobre as brincadeiras de infância de cada um, numa atividade que cruza a arte e o cinema. Ao mesmo tempo, será possível conhecer o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido com crianças e idosos das freguesias da Misericórdia e de Santo António.
Quem chegar mais cedo é convidado a tricotar e conversar, no Foyer do Cinema São Jorge.
Rui Carlos, de Margarida Paia é um filme que convoca as memórias, e evoca possíveis relações intergeracionais com os vizinhos – aquelas situações inusitadas que surgem em bairros onde a proximidade existe. No caso de Lisboa, uma cidade onde muitas vezes jovens e idosos vivem afastados nas suas rotinas do dia a dia, o projeto artístico Correspondências, desenvolvido pela associação Tanque, surge para aproximar estas gerações. Neste contexto, propõe-se uma manhã de cinema e ternura, promovendo uma discussão entre crianças e os seus avós (ou amigos mais velhos!) sobre as brincadeiras de infância de cada um, numa atividade que cruza a arte e o cinema. Ao mesmo tempo, será possível conhecer o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido com crianças e idosos das freguesias da Misericórdia e de Santo António.
Quem chegar mais cedo é convidado a tricotar e conversar, no Foyer do Cinema São Jorge.
Margarida Paias