01 MAIO — 11 MAIO 2025

01 MAIO — 11 MAIO 2025

13 Ways of Looking at a Blackbird

Ana Vaz

Portugal
2020, 32'

Resultado de uma colaboração ao longo de um ano entre Ana Vaz e dois estudantes de liceu, Vera Amaral e Mário Neto, este é um filme caleidoscópico sobre o que é olhar, ser olhado e sobre o potencial latente do cinema.

A cineasta e um grupo de alunos processam pensamentos sobre o acto de ver, compor imagens, alcançar as coisas. 13 Ways of Looking at a Blackbird de Wallace Stevens é o mote poético desencadeador desta experiência colectiva. Os olhos da imaginação, o silêncio, pousar o olhar num infinito de perguntas traduzem um mapeamento imagético, tal câmara stylo (câmara caneta) que escreve o pensamento das imagens, das sensações numa fantástica mise en abîme – “o filme é uma música que se pode ver”. (Carlota Gonçalves)

Competição Nacional

FICHA TÉCNICA

TIPO DE ESTREIA
Nacional
TÍTULO ORIGINAL
13 Ways of Looking at a Blackbird
DIÁLOGO
Português (PT)
ARGUMENTO
Ana Vaz, Vera Amaral, Mário Neto, Paula Nascimento
FOTOGRAFIA
Ana Vaz, Vera Amaral, Mário Neto, Paula Nascimento
SOM
Ana Vaz, Catarina Boieiro, Mário Neto, Nuno da Luz
MONTAGEM
Ana Vaz
PRODUTOR
Ana Vaz
PRODUÇÃO
Galerias Municipais de Lisboa — EGEAC, Stenar Projects

BIO

Ana Vaz nasceu em 1986 em Brasília. A sua filmografia crítica e especulativa é sustentada por colagens experimentais de imagens e sons, reflectindo sobre situações marcadas histórica e geograficamente por narrativas de violência e de opressão. O impacto do colonialismo e da ruína ecológica são o pano de fundo dos seus “filmes-poemas” imersivos, que já passaram por festivais como a Berlinale, TIFF ou CPH:DOX.

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