L’île au trésor

O Verão chegou, o calor aperta e na região de Paris há um parque de diversões amplo e familiar. Terra de aventuras, brincadeiras e transgressões para os mais novos, lugar de refúgio e evasão para os adultos e campo de batalhas amorosas para os adolescentes. Guillaume Brac (“Tonnerre” e “Un monde sans femmes”, IndieLisboa 2016) oferece-nos um cândido documentário, cheio de ficções, sobre as piratarias da vida e os tesouros que se escondem numa tarde bem passada entre folhagens e folhadinhos de carne. A revista Cahiers du cinèma considerou-o um dos melhores filmes de 2018.

Un monde sans femmes

O fim de Agosto na costa de Picardie recebe os últimos turistas. Sylvain conhece uma mãe e uma filha que vêm passar uns dias à praia. Un monde sans femmes trata desse momento em que um homem solitário encontra a frescura dos amores de Verão.

Tonnerre

Vincent Macaigne é um workaholic. Só em 2013, por exemplo, entre curtas e longas, participou em seis filmes. Um deles é Tonerre, em que encarna Maxime, um músico que, perante um certo declínio da sua carreira, decide voltar a uma pequena cidade na Borgonha e passar uma temporada com o seu pai. Aí conhece e envolve-se com Mélodie, uma jovem jornalista de um jornal local interessada na sua carreira. Contudo, a melodia não dura muito tempo e o amor verte-se lentamente num negro thriller. O filme recebeu uma menção especial da crítica em Locarno.

Le naufragé

Um ciclista tem um furo e não consegue continuar, o destino parece não o querer deixar partir, ele está num lugar estranho à deriva, mas não é só ele Le naufragé.