Júris e Prémios

Competição Internacional

Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa
15.000 Euros

A FEBRE
Maya Da-Rin, Brasil / França / Alemanha, fic., 2019, 98’

Prémio Especial do Júri Canais TVCine & Séries
Aquisição dos direitos do filme para Portugal

VICTORIA
Isabelle Tollenaere, Liesbeth De Ceulaer e Sofie Benoot, Bélgica, doc., 2020, 71’

Júri Competição Internacional de Longas Metragens

Caroline Maleville

Após várias experiências em instituições de distribuição e cinema, ingressou na Cinemateca Francesa em 2005. É responsável pela programação desde 2009 e organiza reuniões regulares dedicadas à criação cinematográfica contemporânea jovem.

Cristina Nord

Crítica de cinema, escritora e curadora alemã. Entre 2002 e 2015, foi editora de cinema da secção de cultura do jornal alemão “taz. jornal die tageszeitung ”. É directora da secção Forum do Festival de Berlim desde Agosto de 2019.

Mamadou Ba

(Fotografia: Raquel Wise)
Cidadão português, nascido no Senegal. Vive há mais de duas décadas em Portugal, onde é ativista e militante anti-racista decolonial, dedicado às lutas pelos direitos humanos das pessoas racializadas e migrantes. É licenciado em Língua e Cultura Portuguesa pela Universidade Cheikh Anta Diop de Dakar; titular de Curso de Tradutor pela Universidade de Lisboa, Doutorando em Sociologia no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Foi Membro Fundador da Associação Luso-Senegalesa, da Rede Anti-Racista de Portugal, da Diáspora Afrique, assim como da Aliança das Pessoas Africanas e de Ascendência Africana na Europa. Foi membro efetivo do Conselho da Administração da European Network Against Racism de 1999 a 2012, em representação de Portugal. Integra o Movimento SOS Racismo e a sua direção desde 1998 e participou na redação da Carta Aberta à ONU da Plataforma Afrodescendentes de Portugal. Integrou o Grupo de Trabalho Censos 2021, criado pelo governo pela inclusão da recolha de dados étnico-raciais. Foi membro da Comissão Permanente da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR), do Conselho Científico do Afroeuropean 2109 e de vários Conselhos Científicos de projetos académicos sobre a temática da desigualdade e do racismo. Tem vários artigos e participações em publicações sobre a temática do racismo, das migrações e da diversidade étnico-racial. Don’t Get Me Wrong, OxygenDiary#2 e Sandpit#186, exibidos e premiados em festivais por todo o mundo.

Júri Competição Internacional de Curtas Metragens

Grande Prémio de Curta Metragem
4000 Euros

TENDRE
Isabel Pagliai, França, doc., 2020, 43′

Prémio Melhor Curta de Animação
500 Euros

THIS MEANS MORE
Nicolas Gourault, France, doc. / anim., 2019, 22’

Prémio Melhor Curta de Documentário
500 Euros

DOUMA UNDERGROUND
Tim Alsiofi, Líbano, doc., 2019, 11’

Prémio Melhor Curta de Ficção
500 Euros

SHĀNZHÀI SCREENS
Paul Heintz, França / China, doc., 2020, 23’

 

Joana Pimenta

Joana Pimenta é uma realizadora portuguesa que trabalha nos Estados Unidos, Portugal e Brasil. O seu filme mais recente, UM CAMPO DE AVIAÇÃO, estreou na competição internacional do 69º Festival de Cinema de Locarno, e foi exibido nos festivais de cinema de Toronto, Nova Iorque, Roterdão, CPH:Dox, Rencontres Internationales Paris – Berlin, Valdivia, Lima, Mar del Plata, Edinburgo, entre outros, e recebei o Prémio de Melhor Filme em Competição no Zinebi ’58. O seu primeiro filme, AS FIGURAS GRAVADAS NA FACA COM A SEIVA DAS BANANEIRAS, recebeu o prémio do júri da competição nacional no Indielisboa, e o Tom Berman Award para realizador emergente do festival de cinema de Ann Arbor, e foi exibido nos festivais de Toronto, Nova Iorque, Mar del Plata, Jihlava, Taipei, VideoEx, Syros, entre vários outros. O seu trabalho de instalação em vídeo, filme e fotografia foi exibido no Festival Temps d’Images, National Art Gallery, Harvard Art Museums, Solar – Galeria de Arte Cinemática, Fundacion Botin, Galeria da Boavista, The Pipe Factory, Casa Niemeyer, entre outros. Foi a directora de fotografia para a longa-metragem ERA UMA VEZ BRASÍLIA, de Adirley Queirós (Menção Honrosa no 70º Festival de Cinema de Locarno), pela qual recebeu o prémio de Melhor Direcção de Fotografia do 50º Festival de Cinema de Brasília. Está neste momento a co-realizar dois filmes de ficção com o realizador brasileiro Adirley Queirós, a curta-metragem RÁDIO CORAÇÃO e a longa-metragem MATO SECO EM CHAMAS. Doutorou-se em Film and Visual Studies and Critical Media Practice pelo Departamento de Art, Film, and Visual Studies da Universidade de Harvard, onde desenvolveu filmes no âmbito do Film Study Center e o Sensory Ethnography Lab. Ensinou realização em cinema (sobretudo documentário e ficções documentais) nas Universidade Rutgers e em Harvard, onde é actualmente docente. É actualmente directora interina do Film Study Center da Universidade de Harvard, e directora de estudos do programa de doutoramento em Critical Media Practice.

Jorge Jácome

Jorge Jácome é realizador de cinema. No seu trabalho, feito de derivas narrativas, procura investigar a relação entre utopias, melancolia, desaparecimento e desejo.   Em 2010 concluiu o curso de cinema na ESTC. Entre 2014 e 2016, como bolseiro da FCGulbenkian, frequentou a escola Le Fesnoy em França, com menção final de louvor pelo júri. Os seus filmes já foram apresentados em vários festivais de cinema e museus: Berlinale, Toronto, San Sebastian, NYFF, 25 FPS, Winterthur, IndieLisboa, Curtas – Vila do Conde, Palais de Tokyo entre muitos outros. Ganhou vários prémios com os seus filmes: com Past Perfect (2019) (Grande Prémio de Curta Metragem da Competição Int. do IndieLisboa, Melhor Filme no Festival de Hamburgo; com Flores (2017) (grande Prémio no 25 FPS, Punto de Vista, BIEFF, o prémio Novo Talento – IndieLisboa).

Nuno Rodrigues

Co-fundador do Curtas Vila do Conde Festival Internacional de Cinema. Em 1999, fundou a Agência – Agência Portuguesa de Curtas- Metragens e lida com a promoção e distribuição de curtas-metragens portuguesas em mercados internacionais. É director e coordenador da Galeria Solar desde 2005.

Júri Competição Nacional de Longas Metragens

Prémio ALLIANZ para Melhor Longa Metragem Portuguesa
7.500 Euros

O FIM DO MUNDO
Basil da Cunha, Portugal, fic., 2019, 107′

Prémio Melhor Realização para Longa Metragem Portuguesa
1.000 Euros

A METAMORFOSE DOS PÁSSAROS
Catarina Vasconcelos, Portugal, doc. / fic., 2020, 101’

Prémio Dolce Gusto para Melhor Curta Metragem Portuguesa
2.000 Euros

MEINE LIEBE
Clara Jost, Portugal, doc., 2020, 6’

Prémio Novo Talento
1.500 Euros

CORTE
Bernardo Rapazote e Afonso Rapazote, Portugal, fic., 2020, 28’

Louise Rinaldi

Louise trabalhou em distribuição durante cinco anos, especialmente para a empresa francesa Ecce Films. Desde 2019 é programadora no festival Premiers Plans — Angers.

Michael Wahrmann

Realizador e produtor. Os seus filmes Avós (2009), Oma (2011), The Beast (2016) e a sua longa-metragem Avanti Popolo (2012) foram exibidos em muitos festivais internacionais e nacionais, como a Quinzaine des Réalisateurs em Cannes, Berlinale, Roterdão e Brasília e receberam mais de 60 prémios. Como pro- dutor, fundou a Sancho & Punta.

 

Núria Cubas

Estudou cinema e literatura. Em 2013, lançou o projeto Pasajes de Cine, um espaço itinerante para a discussão e difusão do cinema, onde muitas figuras do cinema internacional participaram até agora. Co-fundou o FILMADRID International Film Festival em 2015, que dirige desde então. Faz parte do comité de seleção da Competição Oficial do Punto de Vista – Festival Internacional de Documentários de Navarra e programou outros ciclos em espaços como La Casa Encendida (Madrid), Museo C.A.V. La Neomudéjar (Madrid) ou Cineclub Revolución do Museo de Arte Carrillo Gil (Cidade do México). Como professora, destaca-se sua participação regular nas (R)evoluciones, um curso do LAV Laboratorio AudioVisual de Criação e Práticas Contemporâneas.

Júri da Competição Novíssimos

Prémio Novíssimos The Yellow Color + Portugal Film
2.000 Euros em serviços + promoção e venda

CONTRAFOGO
Carolina Vieira, Portugal, doc., 2020, 10′

Menção Especial

NESTOR
João Gonzalez, Portugal, anim., 2019, 6’

André Miguel Ferreira

Licenciado em Teatro pela ESTC. Actualmente frequenta a Pós-graduação em Fotografia e (Pós) Cinema, na NOVA — FCSH. Estas Mãos São Minhas foi a sua estreia enquanto realizador, vencendo a competição Novíssimos no IndieLisboa 2019.

Felipe Bragança

39 anos, cineasta brasileiro criado entre o centro histórico do Rio de Janeiro e os subúrbios da Baixada Fluminense. Dirigiu 4 longas, 2 médias e 5 curtas estreados em festivais como Cannes, Berlin, Locarno, Rotterdam e Sundance. É colaborador constante em roteiros de filmes de realizadores como Karim Ainouz, Helvécio Marins Jr. e Marina Meliande.

Selma Uamusse

(Fotografia: Luís S. Tavares).
Selma Uamusse é uma cantora moçambicana nascida em 1981 a viver em Portugal desde 1988. Canta profissionalmente desde adolescente tendo um percurso bastante diversificado na música. A sua versatilidade, o seu poderoso instrumento vocal e a sua genialidade performativa levaram-na a brilhar desde o rock (WrayGunn) ao afrobeat (Cacique’97), passando pelo gospel Gospel Collective, Gospel Sisters), pela soul e pelo jazz (Rodrigo Leão, tributos a Nina Simone e Miriam Makeba), enriquecendo o seu percurso com diferentes linguagens, sempre consciente do poder transformador social e político de música.
Estudou no Hot Clube de Portugal e criou em nome próprio os projectos Souldivers, Selma Uamusse Nu Jazz Ensemble e Tributo a Nina Simone, onde colaborou com Ana Bacalhau, Rita Redshoes, Marcia,The Legendary  Tigerman, Luisa Sobral, Elisa Rodrigues, Gospel Collective, entre outros.
Em nome próprio, Selma Uamusse explora as raízes do seu país de origem, usando ritmos moçambicanos e letras em línguas nativas, com a utilização de instrumentos tradicionais como timbila e mbira, combinando tudo com electrónica e com outras referências que espelham as suas diversas influências.

Júri Silvestre

Prémio Silvestre para Melhor Longa Metragem Silvestre
1.500 Euros

EX-AEQUO

BREVE MIRAGEM DE SOL
Eryk Rocha, Brasil / França / Argentina, fic., 2019, 98’

TODOS OS MORTOS
Caetano Gotardo e Marco Dutra, Brasil / França, fic., 2020, 120’

Prémio Silvestre para Melhor Curta Metragem
1.000 Euros

APPARITION
Ismaïl Bahri, Tunísia/ França, doc, fic. 2019, 3’

Paulo Cunha

Guimarães, 1978. É Professor de Cinema na Universidade da Beira Interior, onde dirige o Mestrado em Cinema, e é Doutor em Estudos Contemporâneos pela Universidade de Coimbra. Integra a comissão organizadora das Jornadas Cinema em Português e a coordenação do Grupo de Trabalho Cinemas Pós-Coloniais e Periféricos da AIM – Associação de Investigadores da Imagem em Movimento. Coordenou a Aniki: Revista Portuguesa da Imagem em Movimento (2018-2020). É programador do Cineclube de Guimarães e do Curtas Vila do Conde. Escreve sobre cinema português no site À pala de Walsh.

Marta Lança

Lisboa (1976). Trabalha, em regime de freelancer, como jornalista, programadora e produtora. Atualmente é doutoranda em Estudos Artísticos na FCSH- UNL e editora do BUALA, portal de pensamento crítico sobre o sul global. Em cinema, tem colaborado em produção e escrita de argumento. Traduziu os mais recentes livros de Achille Mbembe. Organizou os ciclos “Para Nós, por nós: a produção afrodiaspórica em Portugal” (com Raquel Lima) e o projeto de pesquisa e performance TERRA BATIDA (com Rita Natálio).

Pedro Borges

Há trinta anos a trabalhar no negócio do cinema (depois de um penoso falhanço como professor de História e jornalista de cinema) em empresas hoje em dia míticas (Atalanta) e cinemas (King, Monumental). Desde 2006 tocando para a frente a Midas Filmes e dando a ver alguns dos mais extraordinários realizadores do mundo – estreando-os, editando-os, produzindo-os. Desde 2014 também entretido com o cinema Ideal, que no entremeio se viu como o único cinema independente de estreia da cidade de Lisboa. Fazendo incontáveis e generosos amigos e escolhendo com extremo cuidado e carinho os inimigos.

Alexandra Ramires

Alexandra Ramires, licenciada em 2010 em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa tem trabalhado regularmente em cinema de animação desde 2009. Em 2013 chegou ao Porto para trabalhar nos estúdios de animação da produtora Bando Á Parte, que hoje se tornou uma cooperativa – Estúdio de Animação BAP – da qual é membro fundador.
Água Mole (2017) é o seu primeiro filme de animação co-realizado com Laura Gonçalves.
ELO é o seu primeiro filme em nome individual com estreia marcada para 2020.

Filipe Raposo

(Fotografia: Antonio Marinho da Silva)
Pianista, compositor e orquestrador, Filipe Raposo nasceu em Lisboa em 1979. Iniciou os seus estudos pianísticos no Conservatório Nacional de Lisboa. Tem o mestrado em Piano Jazz Performance pelo Royal College of Music (Estocolmo) e foi bolseiro da Royal Music Academy of Stockholm. É licenciado em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa. Tem colaborações em concerto e em disco com alguns dos principais nomes da música portuguesa: Sérgio Godinho, José Mário Branco, Fausto, Vitorino, Amélia Muge, Camané, Rita Maria. Desde 2004 tem colaborado com a Cinemateca Portuguesa como pianista, para a qual gravou a banda sonora para as edições em DVD de “Lisboa, Crónica Anedótica” de Leitão de Barros (2017) e “O Táxi no 9297” de Reinaldo Ferreira (2018).
Filipe Raposo compõe habitualmente bandas sonoras para cinema e teatro. Em parceria com António Jorge Gonçalves tem desenvolvido uma investigação artística sobre o nascimento da arte. Em nome próprio já editou os discos: First Falls (2011); A Hundred Silent Ways (2013); Inquiétude (2015); Rita Maria & Filipe Raposo Live in Oslo (2018); Øcre (2019).

Júri IndieMusic

Prémio IndieMusic
1.000 Euros

EX-AEQUO

WHITE RIOT
Rubika Shah, Reino Unido, doc., 2019, 80’

KEYBOARD FANTASIES: THE BEVERLY GLENN – COPELAND STORY
Posy Dixon, Reino Unido, doc., 2019, 63’

Joana Barra Vaz

Joana Barra Vaz é realizadora, argumentista e compositora.
Autodidacta na guitarra e com formação em Piano Clássico, Argumento e Som para Cinema, tem colaborado com vários artistas.
Em 2006, no contexto de estágio curricular em argumento cinematográfico, Joana gravou, transcreveu, e traduziu a conferência do poeta e argumentista Tonino Guerra “Uma Lição de Cinema” (7Sóis7Luas).Em 2011, Joana fundou o Arquivo web ‘A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria’ em conjunto com Tiago Pereira; realizou telediscos para Vitorino Voador, Trêsporcento, David Pires, Márcia, Verão Azul; e, entre outros vídeos musicais, o documentário musical ”Meu Caro Amigo Chico”, escrito em conjunto com Maria Joâo Marques e exibido nos festivais: Indie Lisboa’12, Muvi’14, e Mostra Internacional de Cinema de S. Paulo’12 — onde foi selecionado pelo público para competição. Em Setembro de 2016 fundou a plataforma artística e editora Bi-Du-Á cujo primeiro lançamento é o seu longa duração ”Mergulho Em Loba” (2016) produzido pela própria e co-produzido com Luís Nunes e José Joaquim de Castro, tem arranjos e pré-produção em conjunto com David Pires, e conta com a participação dos músicos José Joaquim de Castro, David Pires, David Santos, Ana Nagy, Ricardo Jacinto, João Gil, Selma Uamusse, Gabriel Correia, e Mário Amândio. Actualmente, encontra-se a findar o seu próximo disco — o Volume 3 da trilogia flume — que teve o apoio da GDA e é produzido pela própria e co-produzido por Domenico Lancellotti e José de Castro, com lançamento previsto para o final de 2020.

Jorge Ferraz

Guitarrista, compositor, sociólogo e professor do ensino superior, nascido em Lisboa em 1964.
Músico-guitarrista (embora trabalhe com muito equipamento electrónico e digital, a guitarra e a guitartrónica são a sua grande obsessão), compositor e produtor, fundou e liderou alguns bandas portuguesas underground desde 1983, com destaque para “Santa Maria, Gasolina em Teu Ventre!” (cujo primeiro disco foi considerado em 1998, num trabalho conjunto do Público e da FNAC, um dos melhores discos da música popular portuguesa de 1960 a 1997), “Ezra Pound e a Loucura”, ou “Fatimah X”. Em 2006 passou a trabalhar em nome próprio, tendo publicado, desde então, três álbuns (em 2008, 2010 e 2018).
Foi ainda co-fundador da efémera banda “João Peste & o Acidoxibordel” que reuniu, entre outros, músicos dos “Pop Dell’Arte” e dos “Santa Maria, Gasolina em Teu Ventre!”, bem como o reputado saxofonista de jazz Rodrigo Amado.
Foi produtor dos seus discos a solo e de grande parte das edições das bandas que integrou, tendo ainda desempenhado essas funções com Pop Dell’Arte e The Great Lesbian Show.
Publicou também poesia e ensaio em revistas como “Vértice” “Bumerangue”, bem como um livro de contos, “Telescópio Quebrado Scanner Descontínuo” na Black Sun Editores.
Doutorado em Sociologia da Cultura e professor do ensino superior tem leccionado e publicado em duas grandes áreas temáticas: ideologia, globalização e turismo: comportamento organizacional e sociologia da gestão.
Desde 2013, trabalha igualmente com  o colectivo multimédia Cellarius Noisy Machinae.

Pedro Azevedo

Programador do Musicbox e director do Festival Aleste. Nos tempos livres e não só, Pedro Azevedo é DJ e, enquanto La Flama Blanca, é o anfitrião do Baile Tropical.

Júris Não Oficiais

Os júris não oficiais são parceiros do festival, atribuindo prémios consoante categorias determinadas e com os seus próprios critérios, dentro da programação do IndieLisboa 2020.

Júri Amnistia Internacional

Prémio Amnistia Internacional
1.500 Euros

DOUMA UNDERGROUND
Tim Alsiofi, Líbano, doc., 2019, 11’

Ivo Canelas

Ator

Rita Ferro Rodrigues

Jornalista/Apresentadora

Sandra Dias Pereira

Membro da Direcção da Amnistia Internacional Portugal

Júri Árvore da Vida

Prémio Árvore da Vida para Filme Português
2.000 Euros

O FIM DO MUNDO
Basil da Cunha, Portugal, fic., 2019, 107′

Inês Gil
Cineasta e professora de Cinema

Helena Valentim
Professora do Departamento de Linguística da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa

P. António Pedro Monteiro
Secretário provincial dos Dehonianos em Portugal, capelão hospitalar

Júri do Público

Competição Internacional, Competição Nacional, Silvestre, Novíssimos, IndieJúnior, Boca do Inferno

Prémio Longa Metragem
2.000 Euros

A METAMORFOSE DOS PÁSSAROS
Catarina Vasconcelos, Portugal, doc./fic., 2020, 101′

Prémio Curta Metragem
1.000 Euros

MARDI DE 8 À 18
Cecilia de Arce, França, fic., 2019, 26′

Prémio do Público IndieJúnior
500 Euros

A MINHA VIDA EM VERSAILLES
Clémence Madeleine Perdrillat e Nathaniel H’limi, França, anim., 2019, 28′