Sessões IndieJúnior esgotadas e próximas exibições

Milhares de crianças, famílias, turmas e professores têm-se deslocado até às salas do IndieJúnior e muitas das sessões têm esgotado de forma rápida. Deixamo-vos uma pequena lista para saber em que dias acontecem as repetições desses filmes e sessões, para não perderem o melhor que está a passar no festival.

SESSÕES ESGOTADAS:

HISTÓRIAS DO DIA E DA NOITE (pré-escolar)
27 abril (sex), 10h30, Culturgest
4 maio (sex), 10h30, Cinema São Jorge

próxima sessão (ainda c/bilhetes):
6 de maio (dom), 11h30, Cinema Ideal

ILHAS E OUTRAS GEOGRAFIAS (+6 anos)
2 maio (qua), 14h30, Culturgest

próximas sessões (ainda c/bilhetes):
3 maio (qui), 10h30, Cinema São Jorge
4 maio (sex), 10h30, Culturgest
6 maio (dom), 16h, Culturgest

COISAS DA VIDA (+10 anos)
30 abril (seg), 14h30, Culturgest

próximas sessões (ainda c/bilhetes):
2 maio (qua), 14h30, Culturgest
2 maio (qua), 14h30, Cinema São Jorge
4 maio (sex), 10h30, Cinema São Jorge
5 maio (sáb), 15h, Cinema São Jorge

EU PROGRAMO UM FESTIVAL DE CINEMA (+12 anos)
27 abril (sex), 14h30, Culturgest
30 abril (seg), 10h30, Cinema São Jorge
4 maio (sex), 14h30, Cinema São Jorge

próximas sessões (ainda c/bilhetes):
1 maio (ter), 15h30, Cinema São Jorge
3 maio (qui), 14h30, Culturgest

 

 

Um obrigado especial

Aproveitamos para vos falar um bocadinho das escolas que nos visitam. Entre pré-escolar e o 3º ciclo, uns a pé, outros de comboio, metro ou autocarro, são mais de 8 mil alunos que contamos receber nas salas do Cinema São Jorge e da Culturgest. Uns pequeninos outros grandes, a verdade é que é uma festa tê-los todos por cá, sempre com a ajuda dos empolgados professores e auxiliares.

Temos que agradecer também à Câmara Municipal e ao programa Passaporte Escolar que ajuda a trazer muitos meninos ao cinema, que de outra forma teriam muita dificuldade em vir! Obrigada a todos!

Venham dançar no bailarico!

O primeiro fim-de-semana já passou com muitos filmes, oficinas e grandes toques de bateria mas ainda há muita coisa para acontecer. Marquem nas vossas agendas que no sábado, dia 5 de Maio, haverá um bailarico logo após a sessão Tu cá, Tu láque tem filmes tão curiosos como O Lobo Redondo, com direito a locução ao vivo de Pedro Cardoso.

Vai ser mesmo giro e vão mentalizando os vossos pais que é mesmo para dançar! E para refrescar, teremos cocktails especialmente preparados pelos alunos da escola profissional da Moita!

Sessão “Eu programo um festival de cinema” conta com a presença dos adolescentes que escolheram os filmes

Este ano a equipa de programadores do IndieJúnior aumentou exponencialmente. Em vez de 4 programadores, foram 34, porque à Irina, à Mafalda, ao Miguel e ao Nuno, juntaram-se os 30 alunos do 9ºE da escola Dona Filipa de Lencastre. E que bem que escolheram!

Animação, ficção e documentário. Acção, drama e aventura. Tudo num só programa de curtas. Destacamos aqui o primeiro filme, O mundo numa casca de noz, um filme que usa as imagens do mundo como referência para fazer uma viagem sobre a história, os objectos, o amor, a guerra, a vida e a história recente do mundo num abrir e fechar de olhos.

Este e outros filmes passam amanhã, dia 1 de Maio, na sala 3 do Cinema São Jorge pelas 15h30.

Sessão de As Boas Maneiras será na sala do Cineteatro Capitólio

A sessão de As Boas Maneiras, no Cineteatro Capitólio, que se realiza hoje pelas 21h15, com a presença de Juliana Rojas e Isabél Zuaa, não será no terraço mas sim na magnífica sala do espaço, para que todos se abriguem do frio intenso que se faz sentir e para evitar possíveis ataques de lobisomens, conhecidos amantes de noites de lua cheia. Até já!

Retrospectiva Jacques Rozier – alteração e projecção extra-programa

A Cinemateca Portugueas e o IndieLisboa lamentam informar que, apesar de todos os esforços, razões pessoais impedem Jacques Rozier de se deslocar a Lisboa como previsto. O encontro com o realizador, anunciado no contexto da retrospectiva da sua obra e que estava previsto realizar-se no dia 30 de Abril, às 18h30, na Cinemateca, fica assim anulado.

Michèle Berson, colaboradora de Jacques Rozier nos últimos anos, está presente em Lisboa e no dia 30 de Abril, às 18h30, na sala Luís de Pina da Cinema Portuguesa, são mostradas imagens inéditas, em bruto, disponibilizadas por Jacques Rozier para a ocasião: Pour en finir avec la Nouvelle Vague?, um documento inacabado que inclui uma conversa entre Jacques Rozier e Jean Douchet, e um encontro de Jacques Rozier e André S. Labarthe, registado há cerca de dois anos numa sala de cinema de Marselha. O material a exibir tem uma hora de duração e é apresentado em versão original, em francês e sem legendas. Para esta projecção extra-programa, a entrada é livre, mediante o levantamento de ingressos na bilheteira da Cinemateca.

Ainda há muito para dançar no IndieByNight

Na segunda semana de festas do IndieLisboa 2018, há ainda muito espaço para prolongar a celebração até à noite.

O encontro entre a electrónica de França e Portugal, no Musicbox, na quinta dia 3 de Maio, com o encontro entre a french touch de Julian Starke, a electrónica tropical de Da Chick e da Discotexas e as escolhas, transversais, de Isilda Sanches da Antena 3.

Noite de sexta a tocar novamente o hip hop, com a after-party de Não Consegues Criar o Mundo Duas Vezes, aqui entregue à mãos da “entidade” José Mariño e de DarkSunn. Casa Independente, batidas arrancam às 23h00.

Na noite de sábado, 5 de Maio, véspera do dia final do festival, e como vem sido a tradição, encerramos em sinal de festa com os Bandidos na garagem da Culturgest. Este ano não há final da Eurovisão, mas com a sorte que temos deve ser o dia que o campeonato de futebol fica decidido. É a festa ideal para festejar ou afogar as mágoas e dançar até os pés doerem.

French Waves: todos queremos ser os Daft Punk

A música electrónica francesa é um dos fenómenos populares mais marcantes dos últimos 20 anos. Explorando as origens do french touch (inevitavelmente ligadas ao movimento techno de Detroit), as suas ramificações e o poder de influência na cena da música electrónica mundial, French Waves visita as raves, os discos e os principais nomes que marcaram o movimento, de Laurent Garnier a Bob Sinclar ou Carl Craig. O documentário integra um projecto maior, composto por um filme, uma série, uma tourné e um site imersivo que ilustram décadas de história. Quinta-feira, dia 3 de Maio, no Cinema Ideal. 

A par da exibição do filme o IndieLisboa promove, em conjunto com o Musicbox e a Antena 3, uma festa especial dedicada a este movimento. Sexta, dia 3 de Maio, Julian Starke (o realizador), Isilda Sanches e Da Chick assumem os comandos da pista de dança do Musicbox, para uma viagem pela electrónica francesa, portuguesa e não só.

 

De Moçambique a Évora: histórias para ver em português

Our Madness inicia-se num manicómio, de modo a que nos instalemos no cinema de João Viana, tão onírico quanto mitológico. Prosseguindo o trabalho da sua primeira longa metragem, A Batalha de Tabatô (IndieLisboa 2013), o realizador acompanha Ernania na sua deriva espectral por Moçambique, à procura do seu marido e filho. Ainda no continente africano, Mabata Bata, de Sol Carvalho, adapta para o grande ecrã O Dia Em Que Explodiu Mabata Bata, obra de Mia Couto. Ainda na literatura, na secção especial de curtas dedicada a Fernando Pessoa, temos os dois olhares distintos de Júlia Buisel, com Quantas Vezes Tem Sonhado Comigo?, e Luís Alves de Matos, com O Passageiro.

Por Évora, visitaremos a obra criada para o espaço público pelo escultor João Cutileiro, de 81 anos, com A Pedra Não Espera, de Graça Castanheiro. Ainda na cidade, acompanhamos a descoberta de Lisboa pelo artista Faustin Linyekula, através do trabalho que desenvolveu durante 2017 com os alunos finalistas da ESTC e dos vários espectáculos que apresentou nas principais salas culturais da capital, em Nunca as Minhas Mãos Ficam Vazias, de Miguel Munhá.

Debaixo do Céu, de Nicholas Oulman, traça uma história sobre o êxodo que fez milhões de judeus rumarem a sul, aquando da ascensão de Hitler. Baseando-se nas memórias de alguns sobreviventes (hoje com cerca de oitenta anos) este é um filme que descreve os périplos de uma crise de refugiados que encontrou (para mais de 100 mil) um porto seguro em Portugal. Fechar com cinema intrigante com laivos de ficção-científica de Sandro Aguilar, em Mariphasa.

Vamos dar início à Competição Internacional de curtas metragens

Segunda-feira, dia 30 de Abril, é o dia em que se dá a primeira sessão da Competição Internacional de curtas, aquela que é a secção que melhor demonstra o enorme talento de dezenas de realizadores e a variedade de obras em formato curto que se fazem um pouco por todo o mundo.

A primeira sessão de curtas, Competição Internacional Curtas 1, acontece às 19H15 no Pequeno Auditório da Culturgest e é composta pela fábula onírica Afternoon Clouds, realizada por Payal Kapadia (Índia); a animação alegórica ao mundo do desemprego e a precariedade (Fool Time) JOB, de Gilles Cuvelier (França); o documentário El Cielo de los Animales, de Juan Renau (Argentina), que expõe a violência sobre os animais em concursos de beleza canina; e Coqueluche, de Aurélyen Peyre (France) que, depois de trazer o La bande à Juliette ao festival em 2016, regressa com uma comédia mordaz sobre estereótipos (na imagem).

 

Cultura macaense no IndieLisboa

Depois de, no ano passado, se ter estabelecido uma relação com o Turismo de Macau, visando trazer o cinema do território a um público que o conhece através do trabalho de realizadores como Ivo Ferreira, João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, este ano pretende-se dar continuidade a essa parceria repetindo a sessão com as Histórias de Macau, novamente com uma sessão de curtas e uma longa metragem.

Desta vez o programa de curtas foi organizado de modo a mostrar a diversidade de géneros cinematográficos produzidos no território. Mantendo o espírito independente e de busca de novos realizadores e das mais recentes produções, serão exibidas quatro curtas metragens: um documentário – Pass On, de Benz Wong; uma ficção – Illegalist, de Penny Lam; e duas animações – Between the Lies, de Lou Ka Choi e Leong Kin, e KaCha, de Deam Zhou e Sam Kin Hang.

Na longa metragem The Last Roar of a Mother Bear, o realizador Doug Chan expõe as suas memórias do território, num filme que põe em perspectiva a ligação entre o amor e a tragédia.

O ciclo de encontro com a cultura macaense estende-se também às actividades especiais, com a estreia em Portugal de My Macau, uma cine-performance de António-Pedro que interliga o cinema, a música e as artes cénicas.

Nova data marcada para conversa com Lucrecia Martel

Informamos que a conversa com a realizadora Lucrecia Martel, integrada no programa de LisbonTalks Universidade Lusófona deste ano, sofreu uma alteração de horário e passará a acontecer no dia 1 de Maio, às 16h30, na Sala de Conferências da Culturgest.

A conversa, moderada por Cláudia Varejão, com aquela que é uma das realizadoras mais marcantes do novo cinema argentino e autora homenageada este ano na secção Herói Independente, marcará um dos momentos altos do festival e é uma oportunidade única para ficar a conhecer um pouco melhor o trabalho da autora.

Para além da conversa, vale a pena salientar que Lucrecia Martel estará presente em Lisboa para apresentar a muito aguardada sessão de La Niña Santa, longa metragem que é antecedida por várias curtas metragens da autoria da realizadora argentina.

Horários das Sessões

ZAMA
Lucrecia Martel, Argentina, Espanha, França, Holanda, EUA, Brasil, México, Portugal, Líbano, Suíça, fic., 2017, 115′
28 SÁBADO, 21:30, CULTURGEST GA

HISTORIAS BREVES I: REY MUERTO/DEAD KING
Lucrecia Martel, Argentina, fic., 1995, 12′
LA CIÉNAGA
Lucrecia Martel, Argentina, França, Espanha, Japão, fic., 2001, 103′
29 DOMINGO 21:45, CINEMA SÃO JORGE SMO

NUEVA ARGIRÓPOLIS
Lucrecia Martel, Argentina, fic., 2010, 8′
PESCADOS
Lucrecia Martel, Argentina, fic., 2010, 4′
MUTA
Lucrecia Martel, Itália, Argentina, 2011, 7′
LA NIÑA SANTA/THE HOLY GIRL
Lucrecia Martel, Argentina, Itália, Holanda, Espanha, fic., 2004, 106′
30 SEGUNDA, 21:45, CINEMA SÃO JORGE SMO

LEGUAS (EL AULA VACÍA)
Lucrecia Martel, Argentina, Brasil, Colômbia, El Salvador, México, Peru, EUA, Uruguai, doc., 2015, 12′
LA MUJER SIN CABEZA/THE HEADLESS WOMAN
Lucrecia Martel, Argentina, fic., 2008, 87′
2 QUARTA, 21:45, CINEMA SÃO JORGE SMO

Chegou a altura do IndieJúnior

O IndieLisboa chegou e, como sempre, vem acompanhado de uma programação rica em filmes para os mais novos, naquela que é secção obrigatória para qualquer família, escola ou jovens curiosos por cinema.

dezenas de filmes únicos que não podem ser vistos em mais algum sítio e que estão separados por sessões para diferentes faixas etárias, sessões para escolas, sessões programadas por jovens, actividades, oficinas, um bailarico, um cine-concerto com dois bateristas, muita música pelos foyers e preços especiais de bilhetes para famílias que queiram vir às sessões do IndieJúnior Famílias (12€ por 4 pessoas).

As razões para vir ao festival são muitas. Entrem em todo um novo universo de diversão no IndieJúnior!

 

IndieJúnior escolas está quase a invadir o festival

São 6 dias completos de cinema para as escolas e, este ano, recebemos mais de 8 mil inscrições! Obrigado aos professores que confiam nas nossas escolhas e que, ano após ano, decidem trazer os seus alunos ao nosso festival.

Ainda temos algumas vagas, se quiser inscrever as suas turmas e vir às nossas sessões. Consulte a página sobre o IndieJúnior Escolas para mais informação.

Sabor a Música

Este ano preparámos, em conjunto com os alunos da professora Helena Raposo, do Conservatório de Música de Lisboa, um doce para os ouvidos mesmo antes de entrar na sala de cinema. Vamos ouvir música Barroca aqui e ali, nas sessões escolas e nas sessões de fim de semana!

O IndieJúnior este ano enche-se não só de cinema como de música!

Os filmes portugueses do programa IndieJúnior

Nesta edição podemos ver três filmes portugueses entre os mais de 40 que fazem parte da programação IndieJúnior.

A Flor de Papel, de Margarida Roxo Neves, é uma animação que será exibida nas sessões Histórias do dia e da noite +3 anos. Já O sapo e a rapariga é um filme de ficção realizado por Inês Oliveira que adapta um conto tradicional português e faz parte das sessões Coisas da Vida +10 anos. O mesmo se passa com o documentário Em lugar algum, de Inês de Sá Frias e Leandro Martins, que nos mostra porque é que três filhos de uma família circense escolhem uma vida itinerante.

Alguns destes realizadores vão marcar presença nas sessões e será uma grande oportunidade para conversar com eles, conhecer o seu trabalho e perceber o que os motiva a fazer filmes!

Destaques do primeiro fim-de-semana IndieJúnior

Há que aproveitar bem o primeiro fim-de-semana do IndieJúnior, desde logo pelas coisas que acontecem única e exclusivamente neste fim de semana, como a sessão especial Strá… Tum… Pschh, um cine-concerto com música ao vivo dos dois bateristas Quim Albergaria e Ricardo Martins, que vão musicar duas curtas intemporais em palco; e a cine-oficina que vai deixar pais e filhos com vontade de passar o festival todo a dançar!

Mas temos mais, muito mais! O dia de sexta-feira, 27 de Abril, arranca com Histórias do Dia e da Noite +3 anos, uma sessão para o público mais pequenino do festival onde vão poder conhecer um cão salsicha muito, mas muito longo. Já a primeira sessão de sábado (28 de Abril), Ilhas e Outras Geografias + 6 anos, contará a história da vida de um prédio, numa sessão que vai marcar o início das sessões IndieJúnior no Cinema Ideal.

IndieLisboa e Hyundai apostam no regresso do carro megafone

O IndieLisboa lançou na passada semana uma campanha que volta a trazer o carro megafone para as ruas da cidade, numa acção que é apenas possível graças ao apoio da Hyundai, com as viaturas oficiais do festival. Na era do digital e dos media sociais, a campanha que serve de suporte à distribuição dos jornais do evento tem sido recebida com boa disposição e entusiasmo pela cidade. O carro andará a circular por diferentes zona de Lisboa e arredores antes e durante os dias do festival.

Na base da ideia esteve a vontade do evento em reconectar-se com uma comunicação de proximidade que ocupasse as ruas de forma divertida e inesperada. Para tal, foram seleccionadas para o spot as músicas da Internacional Socialista, das carrinhas Family Frost, a música tradicional do Circo, assim como um tema original do filme Anjo (a estreia na realização do actor Miguel Nunes). Apelando ao imaginário sonoro colectivo, os spots pretendem ser ponte também para o multiverso que compõe a programação desta 15ª edição.